quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Brasil: melhor época para viajar

O verão começou ainda mais chuvoso que o habitual no Sudeste, com consequências dramáticas. Antes dele, a primavera já tinha trazido frio e tempo feio. O que está acontecendo? O clima realmente enlouqueceu? El Niño, La Niña e o fim da camada de ozônio se uniram para sabotar as suas férias de janeiro? Nada disso. Por estas bandas o normal é as primaveras serem frias e cinzentas e os verões, chuvosos. Só que todos os anos nos esquecemos disso, porque temos na cabeça uma noção romanceada das estações - que podem valer nos climas temperados, mas não correspondem à vida real dos trópicos.
Foto: Ilhéus - Bahia

Em outras partes do Brasil, no entanto, o que define as estações é realmente o clima, não o calendário. O nordestino sabe que o seu inverno começa em março ou abril. O paraense celebra a chegada do verão em junho; o cearense e o tocantinense, em julho. Se São Paulo ficasse na Ásia, isso que conhecemos por verão se chamaria monções. Você marcaria uma viagem para a praia durante as monções? Veja a seguir as melhores épocas para viajar pelas diversas regiões do Brasil com probabilidade de menos chuva.

Norte da Bahia ao Rio Grande do Norte. O verão da faixa leste do Nordeste corresponde totalmente ao que sonhamos para a estação: dias predominantemente ensolarados e bastante quentes. Eventualmente áreas de convergência tropical vindas da Amazônia podem nublar alguns dias (ou megafrentes frias do Sudeste podem chegar à Bahia), mas são eventualidades que justificam reclamações expressas a São Pedro. Basta abril chegar, porém, para "invernar". O grosso das chuvas vai até junho ou julho. O estio volta a predominar em agosto e entre outubro e dezembro o tempo fica firmíssimo, com chuvinhas rápidas e espaçadas. (Mas atenção: para o Sul da Bahia)


Veredicto: se você não quer passar o réveillon e as férias de janeiro na chuva, já sabe aonde ir.

Sul da Bahia. As regiões de Ilhéus e Porto Seguro têm chuvas bem distribuídas ao longo do ano. Isso significa que você provavelmente vai pegar sol e chuva em qualquer época. Acredite, é uma vantagem: os verões costumam ser menos chuvosos que os do Sudeste, e naqueles meses de "inverno" no Nordeste mais para cima, a região sempre é uma aposta melhor.

Veredicto: faça chuva ou faça sol, não deixe de ir até lá.

Ceará ao Maranhão. No litoral brasileiro voltado para o norte o verão começa mais cedo: julho já tem sol garantido todos os dias. Os meses mais secos são de setembro a dezembro, conhecidos no Ceará como "os meses bró". O segundo semestre é também a época mais ventosa, atraindo legiões de praticantes de kite e windsurfe. A partir de janeiro, o inverno pode chegar a qualquer momento (ou não chegar nunca, em anos de seca brava). A época mais chuvosa, segundo o caderninho, vai de março a maio.

Veredicto: prefira esta região para as férias de julho. Entre julho e agosto, pegue as lagoas cheias nos Lençóis Maranhenses.

Amazônia. A Região Norte tem duas estações: a chuvosa e a seca (que também poderia ser chamada... menos chuvosa). A época das chuvas começa em dezembro e vai até maio - e tem o seu encanto para os turistas, sim, porque é nas cheias que os igarapés e igapós são mais navegáveis. O verão começa em junho. As águas vão baixando e revelam as praias de rio lá por agosto.

Veredicto: lembre-se de ir a Alter do Chão entre setembro e outubro.

Interior do Sudeste e Centro-Oeste. O verão é chuvoso, mas tanto o outono quanto o inverno têm tempo firmíssimo, dificilmente abalado pela chuva ocasional trazida pelas frentes frias que trafegam pela faixa litorânea. De abril ao fim de setembro, você não vai precisar do guarda-chuva para visitar as cidades históricas de Minas, as termas do Rio Quente, as Chapadas dos Veadeiros, dos Guimarães (e a Diamantina também, que está quase no Cerrado), o Jalapão, Pantanal e Bonito (mas aqui as águas dos rios cristalinos estarão bastante frias).

Veredicto: no meio do ano, o sol sempre brilha no meião do Brasil.

Litoral do Sudeste. A virada do ano e janeiro costumam ser bastante chuvosos. Quem aposta em fevereiro na praia normalmente se dá um pouco melhor. A elevada umidade da época - a mesma que provoca as enxurradas do fim de tarde - pode fazer frentes frias estacionarem na região. O Espírito Santo registra os verões mais secos e ensolarados do Sudeste (mas neste ano, como se viu, também começou debaixo d’água). O clima mais gostoso para viajar só começa quando as férias escolares acabam: o outono oferece dias secos e quentes e noites agradáveis. Essas condições costumam continuar inverno adentro, prejudicadas apenas por uma ou outra frente fria (que no meio do ano passam mais rapidamente do que no início). É por isso que todos os anos as tevês mostram reportagens de praias lotadas no Rio no meio do ano (agosto é o mês mais seco do por lá). Na primavera as frentes frias são mais frequentes e não é raro termos a sensação de passar mais frio - ou pelo menos um frio mais prolongado - do que no inverno.

Veredicto: recupere-se das chuvas de verão descendo à praia nos fins de semana ensolarados do outono.

Sul. Não difere muito do tempo no Sudeste: verões úmidos com pancadas de chuva no fim da tarde e frentes frias preguiçosas; outonos secos, primaveras chuvosas. O inverno é mais seco em Santa Catarina do que no Rio Grande, que segue sofrendo com a umidade. As temperaturas são sensivelmente mais baixas do que no Sudeste, então praia no inverno (e no início da primavera) é só para olhar, mesmo.

Veredicto: o outono em Santa Catarina é perfeito: quem resolve pegar praia por lá entre o Carnaval e a Páscoa dificilmente vai perder a viagem (e de quebra não enfrenta os problemas do trânsito no verão).

Internet para viagem

O site da Somar Meteorologia é o único que traz, ao pé da página da previsão do tempo de cada destino, um quadro fundamental: o gráfico do comportamento da temperatura e da chuva ao longo do ano daquele lugar. Consulte sempre que precisar programar uma viagem que não seja resistente à chuva

Dossiê

Destinos para investir em cada estação


Verão

De 4 de dezembro - dia da primeira festa de largo, dedicada a Santa Bárbara - até Quarta-feira de Cinzas não existe cidade mais a mil do que Salvador. Ela ganha até do Rio: a chuva é pouca (e bem-vinda).


Outono

Santa Catarina é o canal: sem paulistas, sem gaúchos, sem paranaenses, sem argentinos, sem paraguaios, sem trânsito - e que é melhor: sem dias nublados ou chuvosos. Perfeito para explorar as belezas tanto do litoral quanto do interior.

Inverno

É a época perfeita para ir às Chapadas, que estão verdes e com cachoeiras abundantes depois da temporada das chuvas. As temperaturas diurnas são ótimas para caminhadas e as noites são para passar com edredom (ou cobertor de orelha).

Primavera

Curta o litoral do Nordeste antes de todo mundo. De outubro a dezembro o tempo é ainda mais firme que em janeiro e os preços ainda são de baixa temporada. Por sinal, é o mês em que o mar de Noronha está mais perfeito.


Murilo Quirana

Mu é o maior mão fechada da família Quirana; não abre a mão nem para dar tchauzinho

"Caros, eu não deixo de ir ao Nordeste na época da chuva, não. Isso porque o normal é todo dia sair um solzinho. O negócio é aproveitar as tarifas baixas para reservar uma pousada à beira-mar. Assim, você estará perto da praia quando o sol resolver dar o ar da graça. E quando a chuva voltar, eu volto para o livro que estava lendo. Perfeito!"


Ricardo Freire, ( http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,brasil-melhor-epoca-para-viajar,668004,0.htm )

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Pequenos Paraísos: conheça Itaúnas

A cada fim de semana do verão, a equipe do Gazeta Online Norte vai apresentar uma praia afastada da badalação dos grandes balneários na série chamada de "Pequenos Paraísos". Na segunda matéria, conheça a vila de Itaúnas, em Conceição da Barra, no Norte do Estado, um lugar tranquilo e com uma bela praia, onde as pessoas costumam andar descalças. E mesmo com o movimento nessa época do ano, o local não perde sua beleza.


A vila

A vila de Itaúnas fica no Norte do Espírito Santo, no município de Conceição da Barra, a 280 Km de Vitória. O lugar é conhecido pelas dunas, que encobriram a vila no início dos anos 70, e por ser a capital nacional de forró pé-de-serra. No mês de julho, acontece o Festival de Forró de Itaúnas, que só no ano passado teve 50 bandas inscritas. Durante o festival, a população da vila que é de 1.200 pessoas, chega a dobrar em cada dia de festa.


Mas não é só o forró que atrai turistas de todo o país. Em Itaúnas, há a formação de dunas. Segundo os moradores mais antigos, as ruínas da antiga vila se encontram debaixo das dunas, que soterraram e modificaram a paisagem da região com a força do vento. E elas fazem parte do percurso para quem quer chegar à praia. O trajeto não é fácil, mas o esforço é recompensado com um banho nas águas mornas do mar de Itaúnas.

O nome 'itaúnas' é de origem indígena e representa as pedras negras do fundo do rio de mesmo nome, que corta o local. Aliás, as águas limpas do rio fazem com que ele seja bastante procurado pelos turistas, principalmente depois do banho de mar.

Hospedagem

Segundo o diretor-presidente da Associação Comercial e de Serviços da Vila de Itaúnas (Acservi), Cássio Ferreira Gonçalves, na vila existem hoje 67 pousadas e um hotel. Na alta temporada, os preços da diária para casal variam de R$ 60 a R$ 200. Na baixa temporada, os valores vão de R$ 40 a R$ 150. Os estabelecimentos costumam incluir o café da manhã nos preços das diárias.









Um pouco de história


As dunas de Itaúnas foram se formando por volta de 1930, devido ao desmatamento da restinga com a exploração das madeiras e derrubadas das árvores do Norte do Estado.

No início dos anos 70, a movimentação de areia juntamente com ventos fortes e constantes soterrou a antiga Vila de Itaúnas. Possuía, no passado, duas ruas e cerca de 300 casas, duas padarias, posto do Correios e escola. Seus habitantes foram forçados a se mudar para a margem direita do rio Itaúnas e hoje vivem da pesca e do turismo.

O vento forte tem trazido ruínas de algumas antigas construções como a torre da velha Igreja de São Benedito, vindo à tona vestígios de antigas civilizações.

As dunas possuem 5km no sentido Norte-Sul e 1km Leste-Oeste. Com até 30 metros de altura, são a maior atração turística da região.

Considerando o seu valor paisagístico, histórico e arqueológico, as dunas, a vila de Itaúnas e parte do pântano foram tombadas pelo Conselho Estadual de Cultura, em 1986.

Em 1991, o Governo do Estado criou o Parque Estadual de Itaúnas. Reúne diferentes ecossistemas como praias, dunas, restinga, manguezais, Mata Atlântica de Tabuleiro, alagados e o rio Itaúnas. Possui uma área de aproximadamente 3.670 hectares. Representa uma das poucas amostras que restaram da biodiversidade no norte capixaba.

Fonte: Site da Prefeitura de Conceição da Barra

O verão de Piúma é mágico

Monte Aghá 
Conhecida por ter o carnaval mais badalado do estado, desta vez o agito tomou conta de todo verão em Piúma. Uma programação especial foi montada pela equipe da Prefeitura contemplando todo os estilos de público, com qualidade, segurança e diversão garantida.

Muito mais do que shows, em Piúma a natureza também é uma atração a parte, belas ilhas, praias, paisagens exuberantes e um povo acolhedor. Quem conhece sabe que é uma excelente opção de visitação, e se não conhece, aproveite o verão para se apaixonar por este pequeno paraíso.

Quem procura adrenalina e passeio radical, escalar o Monte Aghá, em Piúma, é uma ótima opção.


Uma rocha com mais de 300 metros de altura, lá de cima do Monte Aghá é possível ver o litoral e as montanhas que compõem a geografia da região. Aos seus pés, as praias de Piúma e Itapemirim. A subida demora cerca de duas horas e a dica é ter a companhia de um guia.

Em nosso litoral o que não falta é opção de lazer e diversão. Conheça!

A Gazeta

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O mais alto farol do mundo brilha nos Alpes

Os suíços acabaram de quebrar dois recordes mundiais: construíram o mais longo túnel ferroviário, e em cima dele ergueram o mais alto farol do mundo.

Farol na neblina e escuridão (Keystone)
Um farol não é o que os visitantes esperam ver em uma passagem alpina - e é exatamente por isso que ele está lá. A secretaria de turismo Disentis-Sedrun, que abrange a área do Oberalp, quer que ele dê o que falar.

O passo Oberalp, 2.046 metros acima do nível do mar, que liga o centro turístico suíço de Andermatt com a região Surselva do cantão dos Grisões, fica perto da nascente do Reno, e os moradores da região querem chamar a atenção dos turistas para isso.

"As pessoas passam direto por aqui e provavelmente nem percebem que é nesse ponto que o Reno nasce", disse Andreas Pfister, chefe do departamento de construção da comuna de Tujetsch, à swissinfo.ch.


"Esse farol está aí para enviar uma mensagem, assim as pessoas vão parar e se perguntar: por que eles precisam de um farol aqui? Provavelmente não recebem um monte de navios".

Comunidade renana
Em alguns anos, se tudo correr bem, haverá de fato um navio aqui também. A idéia é navegar com um barco típico do Reno a partir de Rotterdam - onde o rio deságua no mar – até a Basileia, o último ponto navegável. Lá, ele será então cortado e transportado para o passo, e remontado ao lado do farol, onde será transformado em um museu.

O farol não veio de tão longe: foi construído na cidade suíça de Sarnen, mas deve parecer familiar aos turistas holandeses, já que é uma cópia menor de um outro farol que está na Holanda.

"Nós pertencemos a uma comunidade enorme. Eu li que 50 milhões de pessoas vivem ao longo do Reno, e queremos dar-lhes um símbolo para que se sintam conectadas com a fonte ", disse Pfister.

Região remota
O farol foi inaugurado
 ao som misterioso dos
 instrumentos alpinos
 (Priska Ketterer)
A área Disentis-Sedrun, logo abaixo do passo alpino, é relativamente afastada pelos padrões suíços. Embora esteja apenas cerca de 75 km, em linha reta, do barulho de cidades como Zurique, é nescessário umas boas três horas para chegar lá, seja de carro ou de trem. A região tinha grandes esperanças que o túnel na base do São Gotardo – perfurado na sexta-feira - iria abrir a chamada “Porta Alpina”.

Um eixo de acesso de 800 metros de profundidade já existe, construído para receber os trabalhadores da construção até o túnel. A idéia era converter o elevador para uso de passageiros e construir uma estação intermediária no túnel - aliás, estabelecendo dois novos recordes mundiais: o do mais longo elevador e o da estação mais profunda.

Mas o plano foi posto em escanteio em 2008 - uma decisão que ainda irrita. Todas as pessoas com quem swissinfo.ch falou na região, de estudantes primários aos aposentados, demonstraram sua decepção.

Roland Bachmann, responsável pelo turismo de Disentis-Sedrun, explica que a região não está de olho só nos países que bordam o Reno para aumentar o número de visitantes.

"O importante é que esse farol envie sua luz para outros cantões. O que nós queremos é mostrar que estamos trabalhando juntos para desenvolver o turismo, a economia e assim por diante".

Bachmann deposita sua esperança no desenvolvimento de Andermatt graças a ajuda do empresário egípcio Samih Sawiris, que está construindo lá hotéis, apartamentos turísticos e instalações esportivas - incluindo a criação de uma única área de esqui que abrange também Sedrun.

Ele garantiu à swissinfo.ch que a beleza das montanhas não será danificada pelo afluência de turistas e instalações de veraneio.

"Nós não devemos nos deixar levar pelos nossos planos. É essencial discuti-los com as organizações de proteção da natureza ", disse.

"Mas temos uma área tão grande, de extrema beleza. Eu realmente não consigo imaginar que ela possa ser assim tão explorada ao ponto de sofrer".

Interesse local
Segundo depoimentos da imprensa local e da televisão, o farol já estava atraindo multidões ao Oberalp antes mesmo ter sido inaugurado.

Uma senhora do vilarejo de Rueras, logo na descida do vale, embora acredite que o farol atrairá mais turistas, tem lá suas reservas: "um farol realmente não tem nada a ver com o topo de um passo alpino", disse. "O jornal em língua romanche disse que o objetivo era fazer com que as pessoas falassem, e isso aconteceu." Mas quando questionada sobre o que as pessoas estavam exatamente dizendo na sua cidadezinha, ela apenas riu.

Uma família de Zurique - cujas raízes estão na região - foi mais positiva: "é uma grande idéia", disse o pai. "Nós acabamos de explicar às crianças porque o farol está ali, onde o Reno começa. Acho isso brilhante."

Julia Slater, swissinfo.ch
(Adaptação: Fernando Hirschy)

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Yellowstone: O parque preferido do Zé Colmeia nos EUA

Yellowstone abriga gêiseres e uma variada vida selvagem, que inclui os ursos marrons

Com 9 mil quilômetros quadrados, o Parque de Yellowstone, localizado nos estados Wyoming, Montana e Idaho, nos Estados Unidos, o mais antigo do mundo, ganhou fama como lar do simpático urso criado por Hanna & Barbera, que chega aos cinemas em 21 de janeiro. Conheça-o melhor:

GRAND PRISMATIC


A combinação de algas coloridas e a água alcalina provoca paisagens supercoloridas, como a encontrada na fonte Grand Prismatic. Ela foi a primeira de água quente a ser descoberta no parque, em 1839, É também a maior - tem 112 metros de diâmetro e sua profundidade chega a 37 metros.

Old Faithful

O Parque de Yellowstone possui cerca de 300 - ou 60% de todos os gêiseres encontrados no planeta. O mais famoso deles, o "Velho Fiel", tem suas erupções entre 60 e 110 minutos. É possível checar a previsão do próximo evento no próprio parque. A água sai a uma temperatura de - acredite - 95 graus e chega a 56 metros de altura. O "show" dura entre 1 minuto e 30 segundos e 5 minutos.


MINERVA TERRACE



O lento depósito de bicarbonato de cálcio moldou os belos travertinos encontrados em Minerva Terrace. Durante quase 50 anos, a fonte de água parou de gotejar, deixando a área completamente seca. Em 1951, no entanto, Minerva voltou a entrar em atividade, dando à paisagem um ar inóspito e, ao mesmo tempo, encantador.


LOWER FALLS

Yellowstone também tem seu Grand Canyon, formado pela erosão do Rio Yellowstone. Em sua passagem pelo parque (o curso d?água percorre quase 1 mil quilômetros), ele forma conjuntos de cachoeiras que encantam os visitantes em diversos pontos do parque. São, ao todo, três grupos: as Lower Falls, que você vê na foto desta página, as Upper Falls e as Crystal Falls.

A Gazeta

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Parque Nacional de Acadia, no Maine -EUA

A 1530 pés (466 metros), Cadillac Mountain oferece aos visitantes uma visão panorâmica de grande beleza natural do Acadia National Park.

Localização: Maine
Fundação: 26 de fevereiro de 1919
Tamanho: 47.748 acres (19.323 hectares)

Mar e montanha se encontram em Acadia, onde, como um visitante presumivelmente ambidestro escreveu, "você pode pescar com uma mão e blueberries amostra de um vento mato-atrofiada com o outro." A maior parte do parque está em Mount Desert Island, uma colcha de retalhos de parque, propriedade privada, e as aldeias à beira-mar que sazonalmente preencher com o que os moradores chamam de "as pessoas verão". Outros bits são espalhados nas ilhas mais pequenas e uma península.

Mount Desert Island, uma vez que foi território continental, uma cordilheira montanhosa de granito à beira do oceano. Cerca de 20.000 anos atrás, elevando-se as camadas de gelo glacial, às vezes uma milha (1,6 km) de espessura, corria para as montanhas, arredondando os cumes, cortando passes, arrancando leitos de lagos, vales e ampliação. Como as geleiras derreteram, o mar subiu, inundando vales e afogamento no litoral. O cume preglacier foi transformado em lago de hoje repleta de ilhas, montanhas, o que empurra o Atlântico como uma garra de lagosta.


Samuel de Champlain, que explorou a costa em 1604, nomeou a ilha L'Isle des Monts deserto, algumas vezes traduzido como "a ilha das montanhas estéreis." A partir de seu navio, ele provavelmente não podia ver encostas das montanhas arborizadas. As pessoas verão redescoberto Mount Desert, em meados do século 19, construiu mansões que chamaram de "férias", seus iates ancorados nos portos cingida-rock, e acarinhados selvagem. Para preservá-lo, eles doaram o terreno para o núcleo do parque, o primeiro leste do Mississipi. O nome original, Lafayette Parque Nacional, foi alterada em 1929.

Dependente em terreno doado desde a sua criação, o parque foi o que consegui, contornando em torno da propriedade privada e parte crescente por parte. imobiliário Acadia foi tão irregular que não até 1986, o Congresso definir as suas fronteiras oficiais.

Embora um dos menores parques nacionais, Acadia é um dos mais visitados por quase dois milhões e meio de pessoas por ano. O trânsito intenso pode produzir um fenômeno desconhecido para as pessoas primeiro Mount Desert de verão: o impasse. A Ilha ônibus Explorer ajudou a aliviar o problema.

Como Chegar

De Ellsworth, 28 milhas (45 quilômetros) a sudeste de Bangor, siga-me. 3 sul de 9,5 milhas (15,3 km) para Mount Desert Island, onde a maior parte do parque está localizado, o centro de visitantes é de 3 milhas (5 km) a norte de Bar Harbor. Outro ponto fica a sudeste de Ellsworth, na Península Schoodic, uma unidade de uma hora a partir de Bar Harbor. Aeroportos: Porto e Barra de Bangor.

Quando ir

Ao longo do ano, mas principal centro de visitantes está aberto a partir de meados de abril até outubro. Espera tráfego intenso em julho e agosto. folhagem Espetacular também atrai multidões de setembro até o início de outubro. A neve eo gelo perto a maioria das estradas do parque de dezembro a meados de abril, mas as partes do parque estão abertos para o esqui cross-country.

Como Visitar

Permitir pelo menos um dia para Mount Desert Island, com uma unidade no 20 milhas (32 km) Parque Loop Road eo caminho para o cume da montanha Cadillac. Se trata de nevoeiro, aproveite seu dom: a de amolecimento de imagens e sons. Em um segundo dia, desfrutar de uma vista desertas da costa rochosa do Maine, visitando a Península Schoodic. Se você tem mais tempo, faça a sua escolha de uma das trilhas ou ilhas menores.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Nova Zelândia: um grande parque de diversões natural

Disneylândia? As ruas limpas, a diversidade de atrações e a organização não deixam dúvida: estamos na Disney. Não exatamente aquela do Mickey e da Cinderela, mas uma que, de fato, é um país.

Trata-se da Nova Zelândia, um verdadeiro parque de diversões natural para quem gosta de muita adrenalina. Para preservar tudo o que a natureza oferece, os neozelandeses criaram 14 parques nacionais. E conseguiram chamar a atenção de turistas do mundo inteiro.

O turismo é importante, sim, mas a principal atividade econômica é a criação de ovelhas. Há nada menos que nove desses animais para cada habitante. Você certamente vai topar com um bando delas.

Principal porta de entrada para quem vem do Brasil e centro financeiro do país, a cidade guarda sua porção mais radical na Sky Tower, de onde se pode ter a sensação de queda livre, amarrado a um cabo a 192 metros de altura.

A Ilha Norte não é a queridinha dos visitantes, mas tem lá suas atrações. As cavernas de Waitomo estão entre elas. O parque de cavernas, organizadíssimo, tem opções tanto para quem não é fã de caminhadas como para quem quer aventura - caso do Black Water Rafting, espécie de acquaride local.

Uma coisa é certa: seja lá qual for a opção, você terá a oportunidade de conhecer os glow worms, larvas minúsculas que usam a luminescência para atrair outros insetos e conseguir alimento. Não faça cara de nojo. De longe, você observará pontinhos de luz e terá a sensação de ver um céu estrelado. Acredite: é muito bonito.

Área vulcânica 

Rotorua e Taupo ficam uma ao lado da outra, no coração vulcânico da Ilha Norte. Na primeira, o cheiro de enxofre predomina, há gêiseres e fumarolas por toda parte. A grande pedida é o Wai-O-Tapu, parque repleto de piscinas naturais de lama borbulhante das mais variadas cores: laranja, verde, vermelho...

Taupo, por sua vez, é mais radical. É dali que saem os grupos para fazer o trekking pelo Monte Tongariro, uma travessia de oito horas de duração. Dizem ainda que a cidade proporciona a melhor vista para quem salta de paraquedas. Vai encarar?

Já Queenstown, na Ilha Sul, é a favorita dos aventureiros. As atrações competem entre si para ser a mais radical. Foi ali que nasceu o primeiro bungee jumping comercial do mundo, na Ponte Kawarau, a 43 metros de altura. Mas outros se multiplicaram pela cidade - o mais alto é chamado de Nevis Highwire e proporciona 8,5 segundos de queda livre a 134 metros do solo. Há ainda o indispensável rafting no Rio Shotover ou no Kawaru.

A Nova Zelândia merece uma exploração cuidadosa. Visite o máximo de cidades que puder: os cenários são variados e mudam bastante da Ilha Norte para a Sul. Alugar um carro é uma boa idéia, só não esqueça que ali a mão é inglesa. Há também tours de ônibus com diversas rotas. Você fica quantos dias quiser em cada cidade, mas para valer a pena é preciso ter tempo de sobra. Não é o seu caso? Então prefira encarar a mão inglesa.

Kiwi nãoé só fruta 
O Kiwi lá, não é apenas uma fruta, mas também o nome de um pássaro típico. E os nativos do país também são denominados assim. A fruta, originária da China, pediu o nome emprestado ao pássaro kiwi, um dos animais mais inusitados da Nova Zelândia. O pássaro é símbolo nacional do país e os neozelandeses escolheram esse mesmo nome como apelido para eles.




A GAZETA

Adriana Moreira