quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Parque Nacional de Acadia, no Maine -EUA

A 1530 pés (466 metros), Cadillac Mountain oferece aos visitantes uma visão panorâmica de grande beleza natural do Acadia National Park.

Localização: Maine
Fundação: 26 de fevereiro de 1919
Tamanho: 47.748 acres (19.323 hectares)

Mar e montanha se encontram em Acadia, onde, como um visitante presumivelmente ambidestro escreveu, "você pode pescar com uma mão e blueberries amostra de um vento mato-atrofiada com o outro." A maior parte do parque está em Mount Desert Island, uma colcha de retalhos de parque, propriedade privada, e as aldeias à beira-mar que sazonalmente preencher com o que os moradores chamam de "as pessoas verão". Outros bits são espalhados nas ilhas mais pequenas e uma península.

Mount Desert Island, uma vez que foi território continental, uma cordilheira montanhosa de granito à beira do oceano. Cerca de 20.000 anos atrás, elevando-se as camadas de gelo glacial, às vezes uma milha (1,6 km) de espessura, corria para as montanhas, arredondando os cumes, cortando passes, arrancando leitos de lagos, vales e ampliação. Como as geleiras derreteram, o mar subiu, inundando vales e afogamento no litoral. O cume preglacier foi transformado em lago de hoje repleta de ilhas, montanhas, o que empurra o Atlântico como uma garra de lagosta.


Samuel de Champlain, que explorou a costa em 1604, nomeou a ilha L'Isle des Monts deserto, algumas vezes traduzido como "a ilha das montanhas estéreis." A partir de seu navio, ele provavelmente não podia ver encostas das montanhas arborizadas. As pessoas verão redescoberto Mount Desert, em meados do século 19, construiu mansões que chamaram de "férias", seus iates ancorados nos portos cingida-rock, e acarinhados selvagem. Para preservá-lo, eles doaram o terreno para o núcleo do parque, o primeiro leste do Mississipi. O nome original, Lafayette Parque Nacional, foi alterada em 1929.

Dependente em terreno doado desde a sua criação, o parque foi o que consegui, contornando em torno da propriedade privada e parte crescente por parte. imobiliário Acadia foi tão irregular que não até 1986, o Congresso definir as suas fronteiras oficiais.

Embora um dos menores parques nacionais, Acadia é um dos mais visitados por quase dois milhões e meio de pessoas por ano. O trânsito intenso pode produzir um fenômeno desconhecido para as pessoas primeiro Mount Desert de verão: o impasse. A Ilha ônibus Explorer ajudou a aliviar o problema.

Como Chegar

De Ellsworth, 28 milhas (45 quilômetros) a sudeste de Bangor, siga-me. 3 sul de 9,5 milhas (15,3 km) para Mount Desert Island, onde a maior parte do parque está localizado, o centro de visitantes é de 3 milhas (5 km) a norte de Bar Harbor. Outro ponto fica a sudeste de Ellsworth, na Península Schoodic, uma unidade de uma hora a partir de Bar Harbor. Aeroportos: Porto e Barra de Bangor.

Quando ir

Ao longo do ano, mas principal centro de visitantes está aberto a partir de meados de abril até outubro. Espera tráfego intenso em julho e agosto. folhagem Espetacular também atrai multidões de setembro até o início de outubro. A neve eo gelo perto a maioria das estradas do parque de dezembro a meados de abril, mas as partes do parque estão abertos para o esqui cross-country.

Como Visitar

Permitir pelo menos um dia para Mount Desert Island, com uma unidade no 20 milhas (32 km) Parque Loop Road eo caminho para o cume da montanha Cadillac. Se trata de nevoeiro, aproveite seu dom: a de amolecimento de imagens e sons. Em um segundo dia, desfrutar de uma vista desertas da costa rochosa do Maine, visitando a Península Schoodic. Se você tem mais tempo, faça a sua escolha de uma das trilhas ou ilhas menores.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Nova Zelândia: um grande parque de diversões natural

Disneylândia? As ruas limpas, a diversidade de atrações e a organização não deixam dúvida: estamos na Disney. Não exatamente aquela do Mickey e da Cinderela, mas uma que, de fato, é um país.

Trata-se da Nova Zelândia, um verdadeiro parque de diversões natural para quem gosta de muita adrenalina. Para preservar tudo o que a natureza oferece, os neozelandeses criaram 14 parques nacionais. E conseguiram chamar a atenção de turistas do mundo inteiro.

O turismo é importante, sim, mas a principal atividade econômica é a criação de ovelhas. Há nada menos que nove desses animais para cada habitante. Você certamente vai topar com um bando delas.

Principal porta de entrada para quem vem do Brasil e centro financeiro do país, a cidade guarda sua porção mais radical na Sky Tower, de onde se pode ter a sensação de queda livre, amarrado a um cabo a 192 metros de altura.

A Ilha Norte não é a queridinha dos visitantes, mas tem lá suas atrações. As cavernas de Waitomo estão entre elas. O parque de cavernas, organizadíssimo, tem opções tanto para quem não é fã de caminhadas como para quem quer aventura - caso do Black Water Rafting, espécie de acquaride local.

Uma coisa é certa: seja lá qual for a opção, você terá a oportunidade de conhecer os glow worms, larvas minúsculas que usam a luminescência para atrair outros insetos e conseguir alimento. Não faça cara de nojo. De longe, você observará pontinhos de luz e terá a sensação de ver um céu estrelado. Acredite: é muito bonito.

Área vulcânica 

Rotorua e Taupo ficam uma ao lado da outra, no coração vulcânico da Ilha Norte. Na primeira, o cheiro de enxofre predomina, há gêiseres e fumarolas por toda parte. A grande pedida é o Wai-O-Tapu, parque repleto de piscinas naturais de lama borbulhante das mais variadas cores: laranja, verde, vermelho...

Taupo, por sua vez, é mais radical. É dali que saem os grupos para fazer o trekking pelo Monte Tongariro, uma travessia de oito horas de duração. Dizem ainda que a cidade proporciona a melhor vista para quem salta de paraquedas. Vai encarar?

Já Queenstown, na Ilha Sul, é a favorita dos aventureiros. As atrações competem entre si para ser a mais radical. Foi ali que nasceu o primeiro bungee jumping comercial do mundo, na Ponte Kawarau, a 43 metros de altura. Mas outros se multiplicaram pela cidade - o mais alto é chamado de Nevis Highwire e proporciona 8,5 segundos de queda livre a 134 metros do solo. Há ainda o indispensável rafting no Rio Shotover ou no Kawaru.

A Nova Zelândia merece uma exploração cuidadosa. Visite o máximo de cidades que puder: os cenários são variados e mudam bastante da Ilha Norte para a Sul. Alugar um carro é uma boa idéia, só não esqueça que ali a mão é inglesa. Há também tours de ônibus com diversas rotas. Você fica quantos dias quiser em cada cidade, mas para valer a pena é preciso ter tempo de sobra. Não é o seu caso? Então prefira encarar a mão inglesa.

Kiwi nãoé só fruta 
O Kiwi lá, não é apenas uma fruta, mas também o nome de um pássaro típico. E os nativos do país também são denominados assim. A fruta, originária da China, pediu o nome emprestado ao pássaro kiwi, um dos animais mais inusitados da Nova Zelândia. O pássaro é símbolo nacional do país e os neozelandeses escolheram esse mesmo nome como apelido para eles.




A GAZETA

Adriana Moreira 

sábado, 18 de dezembro de 2010

Colômbia. Cartagena das Índias tem lendas e praias encantadoras

Colombiana por geografia, universal pelos atrativos.
Cartagena das Indias

Cartagena das Índias é a paixão da Colômbia. Uma cidade cheia de lendas, histórias e praias douradas. Declarada Patrimônio Histórico pela Unesco, Cartagena soma os encantos de sua arquitetura com atrativos de uma intensa vida noturna, festivais culturais expressivos, paisagens exuberantes e excelente gastronomia.

Além da beleza natural e do clima prazeroso o ano inteiro, a cidade é motivo de orgulho para os colombianos. Fundada em 1533 pelos espanhóis, Cartagena é rodeada por muralhas que foram construídas como defesa contra ataques piratas, o que a conferiu o nome de La Heroica.

Hoje, Cartagena está dividida entre o lado histórico e o moderno. De um lado há o mar do Caribe e a parte moderna da cidade, do outro, o elegante bairro histórico e suas casinhas coloridas, tipicamente espanholas, com varandas repletas de flores.

Suas acolhedoras praças convidam a tomar deliciosos coquetéis e desfrutar da música e rica cultura local. A cidade está repleta de discotecas de rumba e salsa, festas típicas e preciosos lugares que lembram a história da Colômbia. Com tantos predicados, Cartagena transformou-se no destino predileto dos colombianos e estrangeiros que visitam o país.

Cidade Velha

Cheia de charme

Confinada pelas muralhas, a Cidade Velha é um entramado de lindas ruas com casas coloniais, varandas de madeira, diversas igrejas e edifícios antigos. Além disso, esse é o bairro mais animado de Cartagena, considerado o coração da cidade.


Cartagena parece ter parado no tempo graças à ótima conservação de seu Centro Histórico, e ao relativo isolamento, acentuado pelos problemas de segurança enfrentados pela Colômbia,
em guerra contra o tráfico de drogas. Por isso, é difícil encontrar um lugar parecido que ainda tenha o clima provinciano da ensolarada Cartagena de las Índias.

A Cidade Velha, envolta em um extenso e robusto forte, possui uma infinidade de casas coloniais com balcões que suportam jardins luxuriantes e muito bem cuidados. Esse lugar ganhou novas cores com a ficção de Gabriel Garcia Marquez, glória das letras locais, que, além de ter uma residência na cidade, ambientou ali os romances “O Amor nos Tempos do Cólera” e “Do Amor e Outros Demônios”.

O bairro é marcado pelos passeios de charrete à noite com sua luz âmbar iluminando as vielas.

Ilhas de Cartagena


É sonho ou realidade?

A beleza de Cartagena avança para o mar. Banhada pelo Mar do Caribe – que significa águas azul-esverdeadas – as ilhas de Cartagena exibe muitos recifes de corais e com um sol radiante o ano inteiro. Parece até fantasia, mas as elas são pura realidade. Mergulhe você também nos encantos do clima praiano e nas águas frescas das ilhas.

Ilha de San Pedro de Majagua

Ao chegar nesse paraíso, não há uma pessoa que não afirme: “Estou no Caribe”. É coisa de cinema, de folheto de viagem e de contar para todos os amigos.

A Ilha de San Pedro oferece onde uma paisagem espetacular, ideal para aproveitar a praia ou praticar esportes como snorkel, caiaque, pedalinhos e saborear pratos típicos da ilha.

Outra grande atração da ilha é um aquário que apresenta um show dos golfinhos, tubarões, tartarugas e diversas espécies de peixes.

Sua abundância de cenários exóticos captou os olhos do pintor francês Pierre Daquet que ficou conhecido por pintar figuras marinhas místicas, inspiradas nas expedições submarinas que fez por todos os bancos de coral da região.

Bocagrande
A Copacabana de Cartagena

Na parte moderna de Cartagena, a noite é marcada pelos movimentadas avenidas de San Martin e Del Malecón que são repletas de bares, restaurantes, discotecas e cassinos. Mas, o agito maior encontra-se na praia de Bocagrande.

Quando o sol se põe, os turistas e locais tomam as calçadas. Muitos passeiam a pé ou de um jeito especial; ônibus ornamentados, mais conhecido por chivas. Eles percorrem a cidade transportando uma banda animadíssima. Em cada ponto de referência, todos descem e improvisam uma festa.

Por lá há uma balada megaturística: uma discoteca com vários andares, e cada um com um tipo de música. No último piso, ao ar livre, o ritmo é cubano.

Além de toda a badalação, Bocagrande também é uma boa pedida para um banho de mar e prática de esportes aquáticos.

Crédito das Fotos: (1) Wikimedia, (2) Aldo Bonilla, (3) Getty Images, (4) Getty images.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Abaixo de zero. Torre Eiffel fechada por conta do frio

Temperaturas abaixo de zero atrapalharam mais uma vez os europeus que seguiam para o trabalho

Temperaturas abaixo de zero atrapalharam mais uma vez os europeus que seguiam para o trabalho ontem e fecharam a Torre Eiffel. A forte precipitação de neve provocou o fechamento do principal aeroporto de Paris. Na Escócia, estradas e ferrovias foram fortemente afetadas e na Espanha, um menino de afogou durante uma enchente relâmpago. Os voos que partem e chegam ao aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, foram suspensos ontem, informou a autoridade aeroportuária. No aeroporto de Orly, também na capital francesa, os voos sofreram atrasos de até duas horas.


A Gazeta

domingo, 14 de novembro de 2010

Roma, na Itália, desperta para os novos tempos


ROMA - Roma é a cidade que dorme demais. Diferentemente de qualquer outra capital cultural da Europa, essa gloriosa mistura de história e arte muda devagar. Mas, ultimamente, ganhou um novo brilho. Um museu futurístico deu cor ao cenário arquitetônico da cidade. Jovens chefs estão experimentando ingredientes locais para criar novos sabores. E mesmo os antigos palazzos estão sendo repaginados. Após anos adiando o despertar, Roma pode finalmente estar acordando.

MAXXI, Museo Nazionale delle Arti del XXI Secolo, em Roma www.fondazionemaxxi.it

O Maxxi foi inaugurado em abril, e continua sendo o assunto da cidade. Projetado por Zaha Hadid, é um ambicioso museu de arte contemporânea com sua divertida aparência com rampas de ângulos irregulares, cantos escondidos e janelas oblíquas. Apesar de ser nova, sua coleção permanente reúne obras de nomes respeitáveis como Francesco Clemente, William Kentridge e Gerhard Richter.


Para um aperitivo depois de tanta modernidade, vá até o ReD, um restaurante com um bar animado que atrai músicos e seus fãs. O lounge fica na calçada em frente ao Auditorium Parco della Musica, um complexo multifuncional projetado por Renzo Piano que se tornou um centro cultural desde a abertura, em 2002. Se você vier no outono, aproveite para conferir o festival Roma Europa, que reúne música, dança e teatro do mundo inteiro.


Na hora do jantar, se quiser variar um pouco do usual spaguetti all'amatriciana que domina os menus romanos, vá até o bairro residencial de Prati, onde fica o Settembrini, um novo restaurante chique que usa ingredientes clássicos de maneiras diferentes. Tainha em cama de vegetais (16 euros), coelho tenro (12 euros) e risoto de beringela com parmesão (14 euros) se destacam. A decoração é minimalista mas acolhedora, e as mesas do lado de fora são espaçosas.

Depois do jantar, pule a sobremesa e compre uma casquinha de sorvete na Gelateria dei Gracchi ou na Al Settimo Gelo, duas das melhores sorveterias numa cidade que é repleta delas. Na Gracchi, os sabores de nozes e frutas são frescos, como se tivessem sido arrancados na hora da árvore, e fazem valer o preço da passagem de avião.

Vinhos, cozinha criativa e passeio para comprinhas pela cidade

Para uma boa comida, com ambiente amigável e preços razoáveis - além de uma vista que não tem preço para a coluna de Trajano - vá até a enoteca Provincia Romana. O elegante e novo bar de vinhos foi criado pela província do Lazio para promover os produtos locais. As carnes e os queijos são excelentes, assim como as saladas. Sente-se e aproveite o ambiente, ou então compre um sanduíche na chapa feito com beringela apimentada, mozzarella fresca e manjericão (3,50 euros) para fazer um piquenique perto no Fórum Romano.
San lorenzo 


E como nem tudo em Roma é eterno, para uma dose de neorrealismo faça um passeio por San Lorenzo, o antigo bairro de operários próximo à estação Termini que ganhou vida com suas butiques chiques e ateliês. Procure por lá a Myriam B., que vende roupas e joias femininas feitas à mão. Claudio Sanò faz bolsas e outros acessórios em couro sob medida, e a Candle's Store vende velas artesanais.

Alguns restaurantes estão se especializando naquilo que os italianos chamam de "cozinha criativa", uma nova perspectiva de velhos padrões. Um dos mais novos é o Pastificio San Lorenzo, restaurante e bar de vinhos chique mas informal, que abriu no ano passado em uma antiga fábrica de macarrão. Entre as especialidades estão um ovo pochê empanado com delicado molho de queijo (10 euros), atum grelhado com molho de iogurte (20 euros) e um leitão assado com figos cobertos com açúcar e feijão verde descascado (18 euros).

Nenhuma noite está completa sem um passeio pela animada região de Trastevere. Entre os bares da moda está o Freni e Frizioni, onde você pode tomar um drinque enquanto observa o Rio Tibre. Ou então provar uma cerveja artesanal no pub da esquina, Ma Che Siete Venuti a Fa'. Se preferir ficar por San Lorenzo mesmo, siga a festa na Aurunci 42, um simpático bar na Piazza dell'Immacolata, que se transforma num lounge ao ar livre nas noites de fim de semana.

Caravaggio e uma visita ao cemitério


Ano passado, dois jovens chefs ambiciosos, Stefano Callegari e Gabriele Gatti, assumiram um pequeno "buraco numa parede" na região de Testaccio e abriram a Pizzeria 00100, que ganhou o nome pelo grau de semolina da farinha. A popular pizzaria é especializada nos "trappizzini", grossos pedaços triangulares de pizza que podem ser recheados até com almôndegas (a partir de 3 euros) e forram o estômago para um dia de passeios.

Além do novo Maxxi, Roma tem uma grande variedade de museus, desde a Galleria Borghese até o Palazzo Massimo, todos em diferentes graus de conservação. Após uma extensa renovação, a Galeria Nacional de Arte Antiga do Palácio Barberini reabriu recentemente. Sua formidável coleção, agora toda reorganizada e exposta em paredes recém-pintadas, inclui o quadro "Judite e Holofernes", de Caravaggio, no qual a heroína bíblica treme levemente enquanto usa sua lâmina para decapitar Holofernes.


Como o Père Lachaise, em Paris, o cemitério protestante é um dos lugares mais contemplativos e também esquecidos de Roma. Área do descanso final de não-católicos por séculos, o cemitério tem entre seus residentes permanentes John Keats -- em seu túmulo está escrito "Aqui jaz aquele cujo nome foi escrito na água". Além de românticos, há frequentemente um fluxo constante de homens de cabelos grisalhos que prestam homenagem a Antonio Gramsci, fundador do Partido Comunista Italiano.

Em meio ao caos geral, a capital tem outros ótimos locais para relaxar. Suba pela calma ladeira Aventine para encontrar a maior piada da cidade barroca: um buraco de fechadura na sede da Ordem Soberana dos Cavaleiros de Malta, que enquadra perfeitamente a vista da Basília de São Pedro. No jardim que fica mais adiante na rua, a vista da cidade que se estende abaixo é de tirar o fôlego. Isto é, afinal, o motivo pelo qual você veio.
Boa Viagem

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Espanha: Beleza guardada entre as muralhas da Extremadura

CÁCERES - Ninhos de cegonhas, vinhos caseiros, laranjeiras nas calçadas, queijos e presuntos especiais, castelos medievais, ruínas romanas e uma só religião: a siesta. Assim é a Extremadura, uma das regiões menos conhecidas da Espanha. Praticamente no meio do caminho entre Madri e a fronteira com Portugal, a junta - composta pelas províncias de Cáceres e Badajoz, e na qual vivem pouco mais de um milhão de habitantes (num território do tamanho da Suíça) - preserva um clima provinciano que outros centros turísticos do país perderam há tempos. Não há multidões aglomeradas em frente aos cartões-postais, que não são poucos.


Basta conhecer as cidadelas muradas de Cáceres e Trujillo, que parecem imunes aos efeitos do tempo. Ou Mérida, onde o passado romano brota no chão com uma facilidade única fora da Itália. E, claro, a comarca de La Vera, escolhida por um imperador que nunca havia pisado na Espanha como sua última residência. Sinal que a tranquilidade extremenha faz sucesso há séculos.


Monumental é a palavra normalmente usada para descrever Cáceres, capital da província do mesmo nome e segunda maior cidade da Extremadura. Não sem motivo. A cidade tem um dos centros antigos mais bem preservados do país e, quem sabe, do continente. Por trás de uma muralha erguida primeiro pelos romanos, fortificada pelos árabes e ampliada pelos cristãos, fortalezas, casarões, palácios e igrejas vêm os séculos passarem sem perder a imponência de seus melhores dias. Por isso é considerada, desde 1968, um Conjunto Monumental Europeu, e desde 1986, Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

A nota ruim para quem pretende visitar a cidade nos próximos meses é o atual estado da Plaza Mayor, fundamental para se ter a visão frontal da entrada da cidade murada. Por causa da (já fracassada) candidatura para ser a Cidade Europeia da Cultura em 2016, a prefeitura iniciou uma reforma geral na praça, que há meses se transformou num canteiro de obra cercado por tapumes.

Fundada pelos romanos em 34 a.C. com o nome de Norba Caesarina, caiu em decadência após ser tomada pelos visigodos. Só voltou a ter importância no século XI, com a ocupação dos muçulmanos, que reconstruíram as muralhas (de pé até hoje) sobre as fundações romanas, e as torres de Bujaco e Yerba, as principais sentinelas na entrada da cidade. Após um século de lutas entre cristãos e muçulmanos, foi reconquistada pelo rei Afonso IX no dia 23 de abril de 1229.


Cáceres também se envolveu em crises políticas posteriores. Sua nobreza era forte opositora de Isabel de Castela, que, após assumir a coroa, mandou cortar as torres de todas as casas-fortalezas da cidade. Menos a do Palácio das Cegonhas, cujo dono era seu único partidário. Já durante a Guerra Civil, foi duramente bombardeada pelas forças franquistas.

Um dia é o suficiente para percorrer com calma o centro medieval da cidade e entrar em seus museus. Para recarregar as energias e descansar as pernas, o Restaurante Racó de Sanguino é uma boa opção. Os destaques do cardápio são o bacalhau (muito consumido na região, pela proximidade com Portugal) e os cortes de carne de porco.

Fica na Plaza de las Veletas, um dos pontos centrais da cidade antiga. Lá está o Palácio das Cegonhas e o das Veletas, atual Museu de Cáceres. Esta construção, erguida no século XV sobre a estrutura de uma fortaleza árabe, guarda uma rica exposição sobre a história da região, com quadros, roupas, maquetes e utensílios. Mas seu destaque fica no subsolo: é o aljibe, um depósito árabe de água com cerca de mil anos, ainda em perfeito estado de conservação.


De lá se chega também ao bairro judeu da antiga Cáceres, colado a uma das muralhas. Com casas pequenas e muito mais humildes que os casarões fortificados de pedra, o bairro é até hoje área residencial, o que lhe confere um charme especial. Ali funciona o escondido Centro Turístico Baluarte de los Pozos, numa das torres de observação, que oferece uma das melhores vistas das muralhas.

Para quem aprecia igrejas, Cáceres é um prato cheio. A igreja de San Mateo, por exemplo, foi construída sobre ruínas de uma mesquita entre os séculos XVIII e XIX. A igreja de San Francisco Javier (na Plaza San Jorge) chama atenção por suas torres brancas, fugindo do tom marrom dominante na paisagem geral. E uma visita à impressionante Concatedral de Santa Maria, do século XVI, é também obrigatória.

Quando o sol se põe, Cáceres fica ainda mais bonita. Caminhar pelas vielas e praças da cidade murada à noite é um programa relaxante, se não estiver muito frio. Há iluminação todos os dias da semana, mas ela é especial nas noites de sextas-feiras e sábados, quando se ressaltam as principais fachadas.


Para quem quiser movimentação, perto do centro histórico há também grande concentração de bares e restaurantes. Uma das ruas mais agitadas é a pequena Calle de Sergio Sanchez, que reúne bares alternativos e despojados, dignos de uma cidade universitária como Cáceres, aos mais sofisticados, com tapas e drinques mais elaborados. A rua começa na Calle Pizarro, que também conta com grande número de bares. Mas o que se destaca fica abaixo do nível da rua. É o La Caballeriza, no andar inferior do Hotel Albarragena.

Como o nome já diz, o bar ocupa o espaço usado pelas cavalariças deste casarão do século XVIII. O acesso é feito por uma discreta escadaria, que, a princípio, parece uma passagem de nível. Ao final dela, há uma área ao ar livre, muito concorrida no verão, e um salão, que aproveita a estrutura original do prédio, com teto abobadado e ainda as baias onde ficavam os animais.


Fora da cidade também há o que apreciar. Vale visitar Malpartida de Cáceres, a 14 quilômetros do centro histórico, onde estão o Museo Vostell-Malpartida e o Monumento Natural de los Barruecos. Criado nos anos 1970 pelo artista plástico alemão Wolf Vostell, o museu funciona numa antiga estação de lavagem de lã. A construção, do século XVIII, fica às margens de uma represa cercada por gigantescos blocos graníticos, o que dá um contraste interessante entre a bucólica paisagem exterior e o interior, recheado com as questionadoras obras de Vostell.

Um dos fundadores do movimento Fluxus, caracterizado pela mescla de expressões artísticas, como artes plásticas e vídeo, por exemplo, e pelo uso de objetos cotidianos, Vostell encheu o antigo galpão com Cadillacs destruídos, videoinstalações, e obras feitas com motocicletas e televisores. Num prédio anexo, há mais obras do movimento Fluxus de outros artistas, entre os quais Yoko Ono.

Mitos e histórias em La Vera, na rota do imperador Carlos V


Se Cáceres é uma cidade grande com um centro histórico, a comarca de La Vera é um combinado de pequenos vilarejos cheios de histórias para contar. A mais importante e conhecida delas é a de um imperador que nunca havia pisado na Espanha e que escolheu o norte da Extremadura para passar seus últimos dias de vida.

Neto dos Reis Católicos e da dinastia dos Habsburgo, Carlos V (ou Carlos I, para os espanhóis) unificou sob a mesma coroa o Sacro Império Romano Germânico e a Espanha durante a primeira metade do século XVI. Após abdicar o trono em 1555, escolheu o monastério de Cuacos de Yuste para passar seus últimos anos. Seu trajeto pelo norte extremenho ficou conhecido como "rota imperial" e é refeito anualmente por peregrinos.


Sua primeira parada na região foi no palácio dos condes de Oropresa, em Jarandilla de La Vera, onde se hospedou por dois meses até a conclusão das obras de adaptação do monastério de Yuste. Atualmente, o palácio é o Parador Nacional Carlos V, da rede hoteleira Paradores de Espanha.

A poucos quilômetros está o monastério de Cuacos de Yuste, hoje um museu sobre o imperador, que morreu ali, em setembro de 1558, de malária. Além de quadros, bustos e brasões relativos ao monarca e sua família, estão expostos também uma réplica da liteira na qual ele fez a travessia de sete semanas entre a Cantábria e a Extremadura e o quarto imperial com um acesso direto ao altar do monastério: Carlos V podia assistir a missas deitado em sua cama.


Entre as duas cidades fica Garganta la Olla, um vilarejo parado no tempo, num bucólico vale. Na entrada da cidade, uma estátua da Serrana de la Vera, uma mulher que, segundo as lendas locais, vivia pelas montanhas da região seduzindo e matando homens.

Com a chegada de Carlos V, a cidade passou a abrigar seus soldados e funcionários. Caminhando por suas ruas estreitas, é possível encontrar casas com a inscrição "Ave Maria Puríssima", que indica que ali morava uma família judia expulsa pela Igreja Católica.

Ou então casas azuis com bonecas talhadas na fachada. Eram os antigos prostíbulos, conhecidos como "Casas das bonecas", que tinham janelas mais altas, para que os homens que chegavam pudessem observar as mulheres sem desmontar dos cavalos.

Plasencia, a capital informal do norte da Extremadura


Espécie de capital informal da região norte da Extremadura, Plasencia foi fundada no século XII e é a única cidade entre as principais da região que nunca foi ocupada por romanos ou muçulmanos. Ponto estratégico importantíssimo durante a Reconquista, hoje funciona como centro dos pequenos povoados rurais da área.

Por isso mesmo o melhor dia para visitar a cidade é na terça-feira, quando acontece uma feira na Plaza Mayor com produtores de toda a região. Ótimo momento para comprar o famoso pimentón (pimenta vermelha em pó, onipresente na gastronomia local), entre outros produtos.

Mas a atração principal da praça é o Abuelo Mayorga, boneco que, desde os anos 1960, martela o sino da prefeitura a cada hora. Ainda na Plaza Mayor, aproveite para conhecer o La Pitarra del Gordo, um dos mais tradicionais da cidade. Com inúmeros pedaços de jamón e pimenteiras pendurados no teto e seu tradicional vinho de pitarra, o lugar parece uma taberna medieval, mas vale a pena.


Já a decoração do Succo, resto-bar relativamente novo, é oposta. Ambiente clean, música suave e tapas elaboradas com os ingredientes da região, como a de torta de Casar ou o zorongollo (pimenta assada, cebola, atum e laranja).

A Catedral de Plasencia também merece uma visita, nem que seja apenas para ver o lado de fora. A parte antiga, gótica, erguida entre os séculos XIII e XIV, deveria ter sido substituída por uma nova, que começou a ser construída em 1498 e nunca foi concluída. Em 1558, com a morte de Carlos V, a ala "moderna" foi inaugurada às pressas e o que se vê hoje é o resultado dessas duas catedrais misturadas.

Queijo de Casar e pata negra


Como todo espanhol, os naturais da Extremadura têm o orgulho como traço marcante de personalidade. E boa parte se deve aos produtos locais que dão cara e sabor próprios à gastronomia da região. Nesse sentido, a principal bandeira dos extremenhos é a torta del Casar. Não é um bolo, muito menos para casamento. Originário do povoado Casar de Cáceres, a poucos quilômetros de Cáceres, trata-se de um queijo feito com leite de ovelha não-pasteurizado. Sua textura é cremosa e o sabor, muito forte. Lembra o queijo de cabra convencional, mas um pouco mais amargo. É usado em entradas, saladas, pratos principais e sobremesas. E, sim, é chamado de torta porque o formato parece o de um pequeno bolo arredondado.

Ir à Extremadura e não provar o queijo de Casar só é um pecado comparável a estar lá e não degustar um jamón ibérico de bellota. A mais nobre classe de pata negra tem na região sua principal área produtora. Cerca de 80% do jamón de bellota do país sai dos vastos campos extremenhos.

Bellota (ou bolota, para os portugueses) é o fruto das árvores da família do carvalho, uma castanha parecida com as que os esquilos dos desenhos animados adoram. Para que sua carne chegue ao nível de perfeição, os porcos pretos, típicos do oeste espanhol, passam os últimos meses de vida ao ar livre, se alimentando do pasto, de raízes e desses frutinhos.

Como acompanhamento para as finas fatias de presunto cinco estrelas os vinhos da Extremadura não fazem feio. Sem ainda chegarem perto do prestígio da produção de La Rioja, os extremenhos vêm se qualificando ao longo dos anos e vale a pena dar um voto de confiança a eles. Para os apreciadores de espumantes, há também cavas locais.

Mas se a ideia for provar a bebida realmente típica da região, peça um vinho de pitarra. Feita de forma artesanal, a bebida é vendida em bares e mercearias de Cáceres e até dos menores vilarejos. Pitarra é como são chamados os tonéis de barro onde o vinho fica depositado para fermentar. O resultado é uma bebida forte e seca, usada como aperitivo ou digestivo, mas muito popular também nos bares de tapas. Nada melhor para conhecer o verdadeiro sabor da desconhecida Extremadura.

ONDE FICAR

Albarragena: A diária do quarto duplo fica em 90 euros. Calle Pizarro 10, em Cáceres. Tel. (34) 927 22 06 57. www.albarragena.com

Hotel Rural Ruta Imperial: Diária de quarto duplo com café da manhã a partir de 70 euros. Machoteral s/n, em La Vera. Tel. (34) 927 56 13 30. web.hotelruralrutaimperial.com

Parador de Plasencia: Plaza San Vicente Ferrer s/n. Tel. (34) 927 42 58 70. Diária de quarto duplo a partir de 90 euros. www.paradores.es

COMER E BEBER

CÁCERES

Casa Mijhaeli: Calle Barrio Nuevo 6. Tel. (34) 927 243 260. www.casamijhaeli.es

Restaurante Racó de Sanguino: Plaza de las Veletas 4. Tel. (34) 927 227 682. caceres.portaldetuciudad.com

La Caballeriza: Calle Pizarro 10, Cáceres. Tel. (34) 927 22 06 57. www.albarragena.com

PLASENCIA

La Pitarra del Gordo: Marques de Ceballos 3. Tel. (34) 927 422 969. www.lapitarradelgordo.com

Succo: Calle Vidrieras 7. Tel. (34) 927 412 932. www.restaurantesucco.es

PASSEIOS

CÁCERES

Concatedral de Santa María: A entrada custa 1 euro. Plaza Santa María s/n. Tel. (34) 927 215 313.

Centro Turístico Baluarte de los Pozos: A entrada é gratuita. Calle Barrio de San Antonio 17. Tel. (34) 927 226 044.

Museu de Cáceres: A entrada custa 1,20 euros. Plaza de las Veletas 1. Tel. (34) 927010877. museo caceres@juntaextremadura.net

LA VERA

Monastério de Yuste: A entrada custa 2,50 euros. Informações em www.patrimonionacional.es/Home/Monasterios-y-Conventos/Monasterio-de-Yuste.aspx

PLASENCIA

Catedral: A parte nova abre todos os dias a partir das 9h. A entrada é gratuita. Já a parte velha abre de segunda-feira a sábado a partir das 9h. Entrada custa 1,50 euros. Informações em www.plasencia.es .

Ibitirama na região do Caparaó, um lugar que guarda muitas belezas

foto: Andresa Alcoforado

Pico da Bandeira
Em muitos pontos o cenário ainda é bem rural com estrada de terra batida
foto: Divulgação

Lugares imperdíveis:

O rio de Pedras- distrito de Pedra Roxa
O pico da Bandeira
Toca de São Jorge- Santa Marta
Truta- Santa Marta
Cachoeira do Chiquinho
Prainha- Santa Marta

Como chegar?

Quem
saí de Vitória pode pegar a   BR 101 com destino a Cachoeiro, depois
entra na BR 482 até o distrito de Celina, após Alegre e segue da ES 190 até Ibitirama. Existe outro acesso via BR 262. Segue até a entrada de Iúna, depois entra na ES 190. Passando
Iúna o município de Ibitirama fica logo depois.
onde a charrete ainda é usada como meio de transporte pelos moradores. O município de Ibitirama, que fica na região do Caparaó, tem hoje 10 mil habitantes e fica a 170 Km da capital Vitória. O que pouca gente sabe é que o conhecido Pico da Bandeira, terceiro mais alto do Brasil, fica em Ibitirama.

 Ainda pouco explorado pelo turismo, Ibitirama guarda belas cachoeiras,
pedaços de mata ainda inexplorados e muita potencialidade para o
turismo.No centro da cidade nada mais que tranqüilidade e muito sossego e o rio Norte corta a cidade de um lado a outro. A maioria dos habitantes vive na zona rural.

Na chegada da cidade, pela ES 190, o visual  encanta pelas pequenas cachoeiras em torno da rodovia. Mas dentro do município existem quedas d'água com mais de 80 metros de altura  e córregos surgem como pequenos filetes de água. Por onde se anda, lá estão nascentes.

Um destaque é o Rio de Pedras, na comunidade de Pedra Roxa. Em cada trecho há pedras gigantescas fazendo contraste com as menores, que parecem terem sido lapidadas a mão. Já nos poços de águas verdes, a temperatura baixa é o maior desafio a ser vencido pelos visitantes.

Quem recomenda o passeio é o guia e educador ambiental, Carlos Dutra. Conhecedor das trilhas do Caparaó ele afirma que quem conhece Ibitirama se apaixona pelos lugares exóticos e pouco explorados.
Fonte desta Imagem: Site es.gov.br

"É difícil o acesso a alguns locais,  mas o lugar é lindo. Outro ponto que merece ser visitado é a Toca de São Jorge, que fica no distrito de Santa Marta, dentro do Parque Nacional do Caparaó. O trajeto é mais fácil, porém quem não conhece deve pedir ajuda. A trilha é feita na mata fechada e lá em cima tem uma gruta com uma espécie de santuário. Difícil explicar a emoção", conta Carlinhos.

Trutas

Também no distrito de Santa Marta fica localizado o maior produtor de truta da America Latina. A fazenda, com 80
foto: Divulgação


Macacos Muriquis
tanques, produz o peixe para os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. O consumo ainda no Espírito Santo é pequeno. A água cristalina captada para a criação impressiona. O local é o mais visitado por quem vai à região e na mata ao lado dos tanques é possível notar a presença dos macacos muriquis.

Acesso ao Pico por Ibitirama

Para potencializar o turismo, o objetivo agora é tentar uma trilha de acesso ao Pico da Bandeira que seja legalizada. De acordo com o secretário de turismo de Ibitirama, Eduardo Lemos, o acesso iria movimentar mais o turismo na região, uma vez que a entrada capixaba de acesso fica no município de Dores do Rio Preto.

"Temos trilhas que muitas pessoas sobem de forma clandestina, não há risco nenhum, mas queríamos que o Icmbio(antigo IBAMA) legalizasse o acesso para que o turismo se intensifique aqui. Temos lugares maravilhosos que precisam ser explorados", conta o secretário.

Onde ficar

Pousada Vovó Virgínia
Contato: (28) 3569 1235 ou 3569 1130

Pousada e Restaurante HGL
Contato: (28) 9926 1282

Hotel e Restaurante Ibitirama
Contato: (28) 3569 1406

Restaurante do Arquimedes
Centro sem telefone

Pousada Gravel- distrito de Santa Marta
Contato: (28) 3569 3026

Restaurante Terreirão
Santa Marta-sem telefone


Pousada Águas Verdes- Pedra Roxa
Contato: (28) 9918 1129


Fonte: A Gazeta

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Cataratas do Niágara entre o Canadá e os Estados Unidos

Niagara Falls é considerada a maior cachoeira do rio Niagara. As quedas cobrem a fronteira internacional entre a Província de Ontário do Canadá e do Estado de Nova York. As Cataratas do Niágara tem 27 km (17 milhas) de comprimento de norte a noroeste de Buffalo, Nova York e 120 km (75 milhas) de sul a sudeste de Ontário. O Niagara é dito ser o mais poderoso que cai no planeta Terra. Ele é conhecido tanto por sua beleza como fonte de energia hidráulica. Assim equilibrar tanto o uso comercial e industrial das quedas tem sido visto como muito desafiador.
Imagem de Niagara Falls a partir da torre de observação oficial nos EUA

As Cataratas do Niágara é composta por três pequenas quedas chamadas de Horseshoe Falls, a American Falls e Bridal Veil Falls.


Horseshoe Falls é considerada a melhor e mais bela de todas as quedas. Esta queda está localizado no lado canadense. O nome da cachoeira foi dado devido à forma das quedas. As Cataratas Americanas são um pouco menos impressionantes do que a ferradura como tem quase nove vezes menos água na mesma e que é a forma não é muito impressionante de se ver. A terceira cai, a Bridal Veil Falls, é ainda mais fina que a americana, mas a névoa que envolve as quedas dá uma idéia do véu de uma noiva recém-casada.
Niagara Falls vista panorâmica da América e do Canadá Horseshoe Falls. Foto: Sbittante, Creative Commons

Algumas das principais atrações turísticas de todo o Niagara Falls incluir o Maid of the Mist (cruzeiro), Journey Behind the Falls (plataformas e túneis abaixo das quedas), Iluminação das Cataratas, visitas de observação e um cinema IMAX que dá um passeio educativo das quedas. O momento mais visitados é durante o verão, devido à sua e à noite atrações durante o dia.

Algumas das principais atrações turísticas de todo o Niagara Falls inclui o Maid of the Mist (cruzeiro), Journey Behind the Falls (plataformas e túneis abaixo das quedas), Iluminação das Cataratas, visitas de observação e um cinema IMAX que dá um passeio educativo das quedas. O momento mais visitados é durante o verão, devido à sua e à noite atrações durante o dia.

American Falls à direita e Bridal Veil Falls. Foto: Paul Mannix, Creative Commons

Vista aérea das Cataratas do Niágara a 3.500 metros acima do
Foto: Duke, Creative Commons

Site oficial de turismo: http://www.niagarafallstourism.com/

Espírito Santo: Descubra sua praia deserta

Gabriel Lordêllo. ES - Itapemirim - Ilha dos franceses

Um paraíso à beira-mar. Se é o que você procura, está na hora de pôr o pé na estrada. Mais da metade do litoral capixaba - que possui 411 quilômetros - é de praias desertas e com pouca movimentação. O dado pode surpreender, mas a verdade é que o território está cheio de recantos de pura beleza, sem urbanização, onde se ouve apenas as ondas quebrando no mar, o vento, os pássaros. Onde a única companhia será o guruçá, o caranguejinho amarelo das areias.




Gabriel Lordêllo. Nascer do sol na praia de Grumaté, em Aracruz

São cenários encontrados de Norte a Sul. Só em Linhares, que possui a mais extensa faixa de areia do Estado, está o maior número de praias desertas. "No município, há mais de 30km de praias sem nenhuma ocupação, só restinga e areia", revela Pablo Merlo Prata, coordenador do Gerenciamento Costeiro do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema).

Recompensa 
Uma recompensa para quem decide enfrentar estradas de chão, trilhas, caminhadas pela praia ou simplesmente abrir mão do conforto das áreas urbanizadas. Quem opta pela experiência vai encontrar uma diversidade de encher os olhos. "Um litoral nada monótono", diz Jacqueline Albino, professora do Departamento de Ecologia da Ufes.

Águas cristalinas, falésias, formações rochosas e pequeninas enseadas guardam os segredos do Litoral Sul. Quem busca o Norte vai curtir o encontro do rio com o mar, as piscinas naturais morninhas e praias de horizonte infinito. Em alguns locais, terá a impressão de que a paisagem se mantém como nos tempos em que o Brasil foi descoberto.

Os acessos partem das rodovias que margeiam o litoral, a ES 010 e a ES 060. No Sul, como os rios são de menor porte, será mais fácil chegar aos locais. Já no Norte, é bom consultar um mapa e ouvir moradores da região. Em Linhares, por exemplo, para transpor o Rio Doce e chegar a outros locais, é preciso distanciar-se do litoral. Por último, não esqueça que, ao visitar locais desertos, é preciso retornar com o que levou, principalmente o lixo. "E traga somente as boas lembranças", destaca Pablo.

Foi pensando nisso que A GAZETA preparou um roteiro para ajudá-lo a se tornar um "caçador de praias desertas", lugares onde a natureza nos mostra como as coisas boas da vida são simples.

"Aqui percebemos a tranquilidade que a cidade grande nos tirou. Nesta natureza tão preservada, reina uma paz que nos permite refletir sobre a vida que levamos."

"Há dez anos ficávamos embaixo de uma amendoeira. Hoje, a praia já conta com alguns quiosques do lado baiano, mas não deixou de ser um paraíso."


Gabriel Lordêllo. Nascer do sol na praia de Grumaté, em Aracruz. 

Ponha o pé na estrada e encontre o paraíso 

Presidente Kennedy 

Marobá. O acesso é pelo litoral, pela ES 060. Conta com longos trechos desertos. Sua orla é composta pela vegetação costeira, isenta de qualquer infraestrutura

Marataízes 

Andorinhas. Possui uma pequena infraestrutura e quiosques de palha. Tem pouca movimentação na praia. O acesso é pela ES 060

Falésias. Podem ser observadas ao longo de quase todo o Litoral Sul. Um dos trechos mais belos está em Marataízes, onde são frequentes as caminhadas pelas praias desertas. Margeiam a ES 060

Caculucagem. A praia em frente a lagoa conta com longos trechos de área deserta. O encontro com a água doce dá um sabor especial à praia. Fica às margens da ES 060
Praia dos Cações. Outro trecho de praia deserta próximo ao bairro Boa Vista, uma pequena vila de pescadores. O acesso também é pela ES 060

Itapemirim 

Itaoca. Após o distrito, rumo a Marataízes, há trechos desertos. Dela é possível avistar a Ilha dos Franceses. O acesso é pela ES 060

Piúma 

Gamboa. Saindo de Piúma, em direção a Marataízes, pela ES 060, há alguns atalhos em estrada de chão, margeando a rodovia, que garantem o acesso à praia. Tem pouca movimentação

Areia de Conchas. É uma pequena enseada, rodeada por várias outras enseadas, em cujas águas é fácil encontrar muitas tartarugas. É um paraíso. Fica em Iriri, na estrada antiga que liga Piúma a Anchieta. Para chegar ao local é preciso passar por uma propriedade privada, localizada em um dos vários residenciais. Outra alternativa é um passeio de barco com saída em Anchieta

Sapê e Tombo. Duas pequenas enseadas localizadas em Iriri, na estrada antiga que liga Piúma a Anchieta. O acesso é pelo Condomínio Residencial Morea. Para chegar as praias é preciso carro tracionado ou disposição para caminhadas. Vale o esforço

Anchieta 

Trecho entre Castelhanos e Parati. Uma longa costa de pequenas praias desertas. A partir de Anchieta, siga margeando o litoral e irá encontrar várias praias desertas, formações rochosas, pequenas ilhotas que compõem cenários paradisíacos
Além. Logo após Ubu há longos trechos de praia completamente desertos. Logo após a Samarco, há um acesso à direita, margeando a praia

Guarapari 

Parque Estadual Paulo César Vinha. A praia localizada em frente ao parque é deserta e sem infraestrutura. Águas calmas e cristalinas. Tem uma beleza diferente próximo à lagoa dos Caraís, no parque. O nascer do sol é magnífico. O acesso é pela Rodovia do Sol

Aracruz 

Gramuté. Pequena enseada cercada de árvores de restingas. Possui piscinas naturais onde é possível praticar o mergulho. Deixe o carro no portal da cidade, localizado na entrada de Aracruz, e siga por um pequena trilha, de uns 200 metros
Sauê. Com extensão de 800 metros, é indicada para banho e pesca. Em suas areias forma-se a Lagoa do Rio Sauê, margeada por vegetação de aroeiras. Fica às margens da Rodovia ES 010, logo após o posto da polícia.

Virgem. Localizada em Barra do Riacho, ao Norte da foz do Rio Riacho, possui altas ondas, próprias para surfistas. Suas águas são claras e a areia é grossa e amarela. Faz parte da Reserva Indígena de Comboios, onde podem orientar a sua entrada

Linhares 

Regência. Também conhecida como Praia da Boca do Rio. Suas águas são amarronzadas em decorrência do encontro com o Rio Doce. Fica em Regência, uma pequena vila de pescadores. O acesso é pela ES 010. Na base do projeto Tamar vire à esquerda e percorra mais 6 km até a entrada da cidade.

Azul. Fica uns quatro quilômetros antes de Regência, seguindo para o Norte. Assim é chamado pelos moradores o trecho da praia escolhido pelos surfistas, pela coloração da água. O acesso é pela ES 010, dois quilômetros antes da Terminal Norte Capixaba da Petrobras, onde ficam os tonéis ou reservatórios de petróleo.

Base do Tamar. A reserva Biológica de Comboios fica a 6Km da cidade de Regência. Neste mês, é possível acompanhar a abertura dos ninhos de tartaruga, no final do dia.

Deserta. O acesso também é pelo litoral, pela ES 010. A estrada é bem sinalizada.
Barra Seca. É a única praia de naturismo do Estado. É preciso percorrer 54 km pela estrada de acesso ao Pontal do Ipiranga, não-asfaltada, mas em boas condições. Chegando ao rio Ipiranga, pegar um barco que faz a travessia do rio

São Mateus 

Urussuquara. Praia extensa, quase deserta, onde há o encontro do mar com o Rio Ipiranga. Em Linhares, siga pela estrada de acesso ao Pontal do Ipiranga, não-asfaltada, mas em boas condições. Chegando a Barra Seca, ande por mais 4km

Conceição da Barra 

Meleiras. Alguns moradores a identificam como Pontal da Barra. Totalmente deserta em seus mais de 20km. O caminho é por Guriri, seguindo por uma estrada de chão, paralela a praia, por 12 km. Depois é preciso fazer uma trilha de uns 800 metros. Vale o esforço

Riacho Doce. Um dos mais lindo recantos que fica na divisa do Estado com a Bahia. O acesso é a partir do Parque Estadual de Itaúnas, por uma estrada de chão, bem sinalizada, de uns 20km. O lado baiano conta com alguns quiosques de palha.

Dunas. Fica dentro do Parque Estadual de Itaúnas. Na BR 101, siga para Conceição da Barra. O acesso é bem sinalizado. Além do sítio histórico é possível curtir a praia que leva o nome da cidade e que conta com quiosques. Não perca o nascer ou pôr do sol nas dunas

Guaxindiba. Praia localizada no bairro de mesmo nome, em Conceição da Barra. Sua grande atração são as raízes da vegetação do manguezal, uma das mais altas do país. Use repelente

Mucuri, Bahia 
Praia Dois. Uma paraíso na terra. Por sua proximidade com Riacho Doce, vem sendo muito frequentada por capixabas e turistas que estão no Norte do Espírito Santo. Deserta, sem nenhuma urbanização. O acesso é a partir do Parque Estadual de Itaúnas, por uma estrada de chão, bem sinalizada

Costa Dourada. Outro point baiano muito procurado por quem está ao Norte do Estado. Já conta com pequena infraestrutura na vila


Fonte: A Gazeta

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Top 10 locais inexplorados da Terra

O homem tem revelado muitos segredos da terra com a ajuda de máquinas, veículos, pesquisa e desenvolvimento. A maioria dos lugares na terra, agora são acessíveis com a melhoria na infra-estrutura e tecnologia.

1. Cavernas


Profunda, sinuosa, escorregadia, escura e inabitável; cavernas também continuam a ser um dos lugares menos explorado e documentados sobre a terra. Espeleologia é muito popular na França, Itália, Austrália, Reino Unido, Estados Unidos etc, portanto, a maioria das cavernas atualmente documentadas estão na Europa, Ásia, América do Norte e Austrália. No entanto, a China, que tem o maior depósito calcário do mundo tem muito poucas cavernas exploradas. América do Sul, África, Antártida não foram exploradas ao máximo. O número exato de cavernas na Terra ainda não é conhecido. Caverna Voronya, na Geórgia mais profunda caverna conhecida no mundo também não foi totalmente explorado, devido ao seu meio ambiente extremamente hostil.
2. Amazônia


A Amazônia contém 50% das florestas tropicais do mundo. Sua biodiversidade é extremamente grande, pois suporta vários tipos de espécies vegetais e mais de 2.000 aves e mamíferos. Seu clima e arredores têm invocado o interesse de grandes expedições de exploração, no entanto, seu habitat tem impedido a exploração completa da região. Cerca de 2,5 milhão de espécies de insetos e 438 mil espécies de plantas têm sido documentadas oficialmente muitos deixaram de ser descoberto.

3. Antártica


Ninguém sabe exatamente o que está por debaixo do terreno gelado da Antártida, com as folhas de gelo 2 quilômetros de espessura, é também o lugar mais frio do planeta. Os cientistas acreditam que há uma rede de rios, córregos e terrenos pedregosos compõe sua geografia. Recentemente, a descoberta de lagos sub-glaciais abriu um novo capítulo na exploração da Antártica. Há possibilidades de que esses lagos abrigar formas de vida que pode ser estudado, assim, oferecer respostas úteis para os cientistas sobre a vida no espaço exterior. O fundo do oceano abaixo da Antártida ainda não foi explorado.

4. Fossa das Marianas e oceano profundo


O lugar mais profundo e escuro do oceano está a 35.800 pés (cerca de 11.000 metros) de profundidade é a Fossa das Marianas, que é um dos locais menos explorados do planeta. Devido à sua profundidade e pressão de até 1.000 atmosferas, a profundidade é completamente hostil para os seres humanos. Embora o desenvolvimento científico tem aumentado o conhecimento do homem sobre a vida em alto mar com a descoberta de muitas novas variedades de alto mar as criaturas no fundo do oceano, apenas 2% do fundo dos oceanos tem sido explorado, deixando muito mais a ser descoberto. Um estudo da vida no fundo do oceano ajudará os cientistas a entender os padrões em criaturas que vivem em condições única profundidade do oceano..

5. Desertos


Embora saibamos de todos os desertos do mundo, muito poucas explorações foram realizados, pois têm o mínimo de ambientes propícios para sustentar a vida humana. Explorações têm sido quase sempre marcado com a tragédia e a perda de vida devido às condições ásperas do deserto. Cientistas e aventureiros se arriscam no deserto extremo por pesquisa e emoção.

6. Gangkhar Puensum, Butão
A uma altitude de 7570 metros acima do nível do mar Puensum Gangkhar tem a distinção de ser a montanha mais alta escalada na terra. Quatro expedições malsucedidas foram realizados até a data. Atualmente, o governo do Butão proibiu a subir a montanha, devido a crenças religiosas, e é improvável que seja conquistado no futuro próximo.

7. Calota; Groenlândia


81% da Gronelândia está coberta de gelo, e, portanto, é também o país menos populoso do mundo com grandes assentamentos situados na costa livre de gelo. Gronelândia só foi explorado até certo ponto pelo clima e do gelo é impróprio para consumo humano a vida. No entanto, os cientistas realizam expedições de pesquisa e desenvolvimento em parte do norte da Gronelândia.

8. Noroeste da Sibéria


A Sibéria constitui quase todo o norte da Ásia. A Sibéria ocidental é coberta de gelo, enquanto a Sibéria oriental e central é constituída por cadeias montanhosas. Recentemente  muitas expedições de pesquisa foram conduzidas por cientistas e geólogos para estudar sua ecologia e o meio ambiente, como a maioria da população está concentrada no oeste da Sibéria.

9. Montanhas do Norte da Colômbia


As montanhas do norte da Colômbia foram exploradas até recentemente, quando um grupo de cientistas embarcou em uma expedição biológica. As Montanhas Yariguíes são o lar de uma espécie recentemente descoberta conhecida como Brush-Finch.


10. Faixa Central - Nova Guiné
A faixa central da área de floresta de montanha é alta tem estado sob proteção devido à sua inclusão nos parques nacionais de Nova Guiné. Estas florestas são estilos de vida de suporte variadas espécies de pássaros e animais. Entretanto, as atividades de mineração, representam ameaças à sua frágil ecossistema.

Fontes: http://top-10-list.org/

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Fortaleza, a capital brasileira da qualidade em conectividade

Um estudo realizado pela empresa americana de tecnologia Cisco, pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, e pela de Oviedo, na Espanha, revela que Fortaleza é, entre seis capitais brasileiras pesquisadas, a que tem a melhor internet de banda larga.

Em seguida, vêm Brasília, Belo Horizonte, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro. A eficiência do serviço nas outras capitais não foi aferida.

Divulgado divulgado nesta segunda-feira, o estudo mediu a qualidade da banda larga em 239 cidades de 72 países, que também foram avaliados de acordo com a penetração do serviço.

Para aferir a qualidade, a pesquisa levou em conta as velocidades de download e upload de arquivos e o tempo de latência, ou seja, de transmissão e recepção de sinais (na prática, o tempo entre dizer algo e ser ouvido por outra pessoa numa conversa pela internet, por exemplo).

No ranking geral, o Brasil ficou na 42ª posição, caindo sete posições em relação a um mesmo estudo, feito em 2008. Na ocasião, porém, havia 13 nações a menos na lista.

Líder do ranking no último estudo, a Coreia do Sul manteve a posição e aumentou a vantagem em relação aos demais países. Atrás dela vêm Hong Kong, Japão, Islândia, Suíça, Luxemburgo e Cingapura.

Entre os países onde a penetração da banda larga mais aumentou se destacaram Emirados Árabes Unidos, Malta, Chipre, Irlanda e Grécia.

Banda larga no Brasil


Segundo Fernando Gil de Bernabé, diretor-sênior da Cisco, a pesquisa mostrou que 21% dos lares brasileiros têm banda larga. Em 2008, eram 16%.

Ele diz que, apesar do progresso, que segue a média dos outros países, o Brasil não deu um grande salto no número de pessoas com acesso a serviços de banda larga, como aconteceu nações do Oriente Médio, nem na qualidade do serviço.

O Brasil tampouco está no grupo nos 14 países que, de acordo com a pesquisa, estão preparados para aplicativos que necessitarão de uma banda larga de maior qualidade nos próximos cinco anos.

O estudo prevê que, nesse período, e-mails, redes sociais, sites de vídeos e programas de conversa exigirão maior velocidade na recepção e transmissão de dados. Na pesquisa feita em 2008, somente o Japão estava preparado para os avanços que ocorreriam nos anos seguintes.

Competitividade e inovação

Associando o desempenho dos países aos seus níveis de desenvolvimento econômico, o estudo diz que os investimentos em banda larga se refletem em maior competitividade e inovação.

A pesquisa também cita países do leste europeu (entre os quais Bulgária, Hungria, Romênia e República Tcheca), destacando que, ao concentrar seus investimentos na instalação de redes de cabos e fibra óptica em suas principais cidades, ultrapassaram países mais ricos no quesito qualidade da banda larga.

Isso porque, nas nações desenvolvidas, a política mais comum tem sido aumentar o número de usuários do serviço, ampliando sistemas mais antigos e menos eficientes, como o DSL.

A pesquisa ainda aponta que 10% das pessoas com acesso à banda larga pelo celular já obtêm qualidade semelhante à de redes fixas, um avanço significativo em relação às últimas pesquisas.

Nesse campo, a Suécia, a Dinamarca, os Estados Unidos e a Espanha tiveram os melhores desempenhos. (BBC Brasil)

domingo, 10 de outubro de 2010

Antilhas Holandesas são dissolvidas; dois novos países criados: Curaçao e Sao Martinho

A ex-colônia holandesa de ilhas caribenhas de Curaçao e Sao Martinho (St. Maarten) dividiu-se em dois países autônomos em uma mudança constitucional que dissolveu as Antilhas Holandesas.

Os dois novos países se juntaram a Aruba, que em 1986 ganhou status de Estado individual, enquanto três outras ilhas, Bonaire, Santo Eustáquio e Saba se tornaram municipalidades da Holanda, na dissolução do território Antilhas Holandades após 56 anos de existência.

Curacao - Antilhas Holandesas

Sob o novo acordo, o governo holandês continuará responsável pela política estrangeira e de defesa dos novos países, além de supervisionar inicialmente as finanças de Curaçao.

Embora todas as seis ex-colônias holandesas da região caribenha já possuam autonomia como membro da então dissolvida Antilhas Holandesas, Curaçao e Sao Martinho terão mais poder para governar e aplicar sistemas tributários próprios.


Ambas as regiões são populares destinos turisticos no Caribe.

Autoridades do Turismo em Curaçao, 65 quilômetros da região costeira da Venezuela e cuja população ultrapassa os 190 mil, disse que esta mudança pode trazer mais recursos para desenvolver instalações portuárias e hotéis, e posiciona melhor a ilha para aproveitar o mercado turístico norte-americano.

Menor, São Martinho, com 37 mil habitantes, divide a supervisão da ilha com autoridades francesas.

As Antilhas Holandesas, um território holandês autônomo desde 1954, enfrentou tensões entre seus membros sobre questões como a divisão de dívidas e receitas.

Embora o holandês seja o idioma oficial entre as seis ilhas, em Sao Martinho, Saba e Santo Eustáquio o inglês é amplamente falado. Já em Curaçao e Bonaire também é falado o Papiamento, uma mistura de português com espanhol e com traços de inglês, holandês e francês.

Em um comunicado publicado na página de Internet do governo de Curaçao neste domingo, o primeiro-ministro da região, Gerrit Schotte, parabenizou os cidadãos do novo país, conhecido como Korsou, em Papiamento.

(Reportagem de Pascal Fletcher)

sábado, 25 de setembro de 2010

As 10 melhores cidades de praia do mundo

O portal masculino AskMen.com redigiu uma lista das dez melhores cidades de praia, onde areia e ondas são uma parte integral da vida e O Globo colocou a lista essa semana:

1. MIAMI, Estados Unidos

As pessoas do jet-set mundial vão a Miami para aperfeiçoar seus bronzeados e dançar até o sol raiar. Além de ser um centro de turismo graças a suas praias, Miami é um dos portos mais movimentados do país.

MELHOR PRAIA:  situada a apenas 145 quilômetros de Cuba, South Beach é vista como o ícone das praias de Miami. Diante dela se estende a Ocean Drive, com seus bares, hotéis e restaurantes.


2. DUBAI, Emirados Árabes Unidos

Construída no deserto para ser uma das cidades de praia mais movimentadas do mundo, Dubai é conhecida por sua arquitetura ousada, estilo chamativo e calor intenso.

MELHOR PRAIA: o turismo de Dubai se baseia fortemente em suas belíssimas praias, como a Jumeirah Beach.

3. BARCELONA, Espanha

Misto fascinante de arquitetura, compras e vida noturna, Barcelona fica às margens do Mediterrâneo e tem mais de 4 quilômetros de fantásticas praias de areia branca.

MELHOR PRAIA: a marca registrada da cidade é a Barcenoleta, que atrai até 7 milhões de pessoas por ano.

4. RIO DE JANEIRO, Brasil

Poucas cidades giram em torno de suas praias tanto quanto faz o Rio. Com seu mundialmente famoso Carnaval, os cariocas seguem um estilo despojado, sem afetações e adoram calçar chinelos de dedo para ir à praia.

MELHOR PRAIA: a famosa Copacabana, que se estende por quatro quilômetros entre a av. Princesa Isabel e o Posto Seis, tem um clima de requinte casual praieiro.

5. CIDADE DO CABO, África do Sul

Cidade em que a riqueza exagerada convive lado a lado com a miséria total, a Cidade do Cabo subiu nos rankings turísticos nos últimos anos, tornando-se destino frequente de estrangeiros interessados em uma vida melhor sob o sol.

MELHOR PRAIA: a Clifton Beach é uma das mais glamourosas da Cidade do Cabo. A Big Bay e a Little Bay são melhores para a prática de esportes aquáticos, como o windsurfe.

6. LOS ANGELES, EUA


Capital mundial do entretenimento e da cultura popular, Los Angeles também é conhecida por sua gama estonteante de praias, graças em parte à quantidade de vezes em que elas aparecem em filmes e na televisão.

MELHOR PRAIA: embora tecnicamente faça parte do condado de Los Angeles, Santa Monica é de longe a praia mais famosa na região de L.A. Os episódios do seriado “Baywatch” eram rodados ali.

7. BRIGHTON, Reino Unido

Situada no sul da Inglaterra, Brighton é cheia de história e era a cidade frequentada pelos mods e rockers dos anos 1960. Infelizmente, seu píer pegou fogo. Mas outro foi construído, com parques de diversão, barracas e fliperamas.

MELHOR PRAIA: além das centenas de pubs e clubes, a praia de pedrinhas é a maior atração de Brighton e é recoberta de cadeiras de praia listradas em vermelho e branco.

8. SYDNEY, Austrália

Não faltam coisas para se fazer em Sydney, com sua arquitetura marcante, que inclui marcos como a Sydney Opera House e a ponte do porto da cidade, uma vida noturna dinâmica e abundância de beleza natural. Mas algumas das maiores atrações são sem dúvida suas praias.

MELHOR PRAIA: Bondi Beach é a extensão de areia mais fotografada da Austrália. Famosa por suas ondas, ótimas para o surfe.

9. MUMBAI, Índia

Mumbai é capital financeira, comercial, industrial e cinematográfica da Índia, mas outro ponto de interesse é, claro, a praia. A Juhu Beach, a pouca distância do centro da cidade, tem os melhores hotéis de Mumbai.

MELHOR PRAIA: Ladeada pela avenida Marina Drive, no lado ocidental da cidade, Chowpatty Beach é a mais carismática da cidade.

10. VENEZA, Itália

Em função dos canais, das gôndolas e da belíssima arquitetura de Veneza, as praias da cidade frequentemente ficam em segundo plano. Mas a romântica cidade italiana na realidade abriga algumas das praias bonitas menos comentadas da Europa, onde natureza e história se encontram.

MELHOR PRAIA: o Lido fica a apenas dez minutos das multidões de turistas que se reúnem em volta da Praça São Marcos. É uma ilha de 17 quilômetros que se estende entre o mar aberto e a lagoa.

Fonte: AskMen - Foto: Florida

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Desertos do mundo. Aventura a mais de 40 graus

Até onde a vista alcança, não se registra sinal da presença humana. A linha do horizonte a incontáveis quilômetros e o silêncio só quebrado pelo assovio do vento intensificam a sensação de solidão. E terminam aí as semelhanças entre os desertos. Porque aquela imagem de dunas e mais dunas não corresponde à realidade em todos os casos.

Os maiores desertos do planeta são compostos por variados relevos e tipos de vegetação. Montanhas, rochas, estepes, lagos, planícies salgadas e gêiseres formam paisagens únicas.

Como regra, há duas definições. As chuvas têm índice anual inferior a 250 mililitros (em São Paulo, são 1.500 mililitros por ano). E inexistem condições para ocupação humana permanente. Aos viajantes, detalhes técnicos interessam menos que a beleza e o mistério dessas áreas. Do gigantesco Saara ao verde Gobi e ao árido Outback, selecionamos os mais belos (e turísticos) desertos do planeta. Para ver e, quem sabe, se aventurar.

A única semelhança entre o gigantesco deserto do Saara, o verde Gobi
e os áridos Outback e Atacama são os incontáveis quilômetros de areia


DESERTO DO ATACAMA

No Chile, ele é o mais seco do mundo





Entre albergues simples com preços camaradas para mochileiros e resorts luxuosos, a vila de San Pedro de Atacama se acostumou ao vaivém de turistas. Localizado no norte do Chile, o Atacama é considerado o deserto mais seco do mundo. Entre as principais atrações, o Vulcão Licancabur, visível da vila, e o Salar de Tara, planície coberta de sal. Na região, não deixe de conhecer uma das atrações mais concorridas, localizada a uma altura de mais de 4.300 metros. Os gêiseres el Tatio ficam em um campo geotérmico com mais de 500 aberturas naturais expelindo fumaça na atmosfera. Além disso, é bom lembrar que a ausência de nuvens faz do Atacama um dos melhores pontos do mundo para observar a Via Láctea. Astrônomos profissionais se acotovelam para estudos, enquanto amadores aproveitam os miniobservatórios de hotéis, como o Larache, para apreciar a beleza infinita do céu.

DESERTO DA NAMÍBIA

Além de bonito, ocupa 70% da Namíbia


Antes de chegar às Dunas de Sossusvlei, no Naukluft Park, são 6 horas de carro a partir da capital, Windhoek, onde descem os aviões vindos de Johannesburgo. As montanhas de areia são o cartão-postal do país e se transformam a cada instante - o deserto ocupa 70% do território da Namíbia. Conforme o sol desponta no céu e esbarra em nuvens estáticas, elas assumem diferentes recortes, ganham movimento, contornos e mudam de cor. Caranguejos e escaravelhos azuis surgem em meio às pegadas na areia. De qualquer ponto, a panorâmica é impressionante.

DESERTO DE MOJAVE

Na Califórnia, dá para encarar sem guia


A floresta de Joshua Trees (ou árvores de Josué, típicas da região), única no planeta, disputa a atenção dos viajantes com as Dunas de Kelso dentro da Área de Preservação do Mojave. Trata-se do terceiro maior parque dos Estados Unidos, com exceção do Alasca. Além de repleto de atrações, o Mojave tem boa infraestrutura turística. A começar pelo site mais do que competente, com todas as informações para organizar a viagem. Uma boa ideia é começar pelo reformado Kelso Dunes Visitors Center. Saiba que em raros desertos o turista pode se dar ao luxo de viajar por conta própria. Pois o Mojave é ideal para independentes. As estradas são bem marcadas e sinalizadas. Mas, com exceção das rodovias principais, que não têm asfalto (senão, qual seria a graça?). Há vários campings. Aliás, trekking e cavalgada são as principais atividades no Mojave. A caça esportiva, para quem faz mesmo questão, é permitida. Desde que se tenha uma licença específica emitida pelo Estado da Califórnia.

DESERTO DA AUSTRÁLIA

Na Austrália, ocupa 80% do país


Chegar ao coração da Austrália não é missão das mais fáceis - muito menos barata, por isso, prepare-se. As longas distâncias encarecem os pacotes que levam a Uluru (ou Ayers Rock), a principal atração do Outback, imenso deserto que ocupa 80% do país. O monólito gigante que dá nome ao Parque Nacional é sagrado para os aborígines. Por isso, há regras rígidas para os turistas, que devem caminhar apenas pelas trilhas. Há lugares onde a entrada é proibida. Além das trilhas, os principais tours são os que levam os visitantes a apreciar as variações de cor em Uluru durante o nascer e o pôr do sol. É, simplesmente, imperdível! Subir no monólito não é proibido, mas os visitantes são desencorajados a fazê-lo por razões ambientais e culturais.

Comece o tour pela Tunísia ou Marrocos
O maior deserto do mundo tem temperaturas que chegam a 55 graus de dia e descem abaixo de zero à noite. Passa por 11 países. Pedras, dunas, oásis, morros e uma infinidade de cidades e povoados. Há maneiras variadas de explorar o Saara, dependendo de qual seja sua porta de entrada. A Tunísia é uma ótima opção. Os tours são feitos a partir de Tozeur, no sul do país. Bastam dez minutos nos carros 4X4 para chegar à primeira parada: Oung Jemel, cenário para o "Star Wars" de George Lucas. No mesmo dia, o visitante conhece Chebika. Dá até para passar uma noite no deserto, acampado com todo conforto em lugares como o acampamento Zaafran. Já o Erg Chebbi, um verdadeiro mar de dunas, é a principal atração para quem explora o Saara a partir do Marrocos. Os tours saem de Merzouga, quase na fronteira com a Argélia.




DESERTO DE GOBI

Um parque de diversões para aventureiros
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O Gobi é verde em boa parte de sua extensão. Um tapete de vegetação rasteira interrompido por montanhas de pedra, leitos de antigos lagos completamente secos ou um conjunto de dunas (que representam apenas 3% do total do território). As temperaturas chegam aos 40 graus no verão - e descem a menos 40 no inverno, quando as visitas turísticas são impossíveis. Sua área, de 1,3 milhão de quilômetros quadrados, equivale aos territórios de Espanha, França e Alemanha juntos. E se estende pelo centro da Ásia, entre a Mongólia e a China. É um verdadeiro parque de diversões para aventureiros, com paisagem tão diversa que deixa qualquer um encantado. Longos vales são perfeitos para mountain bike. Escalada é a pedida em paredes de rocha como as Vulture?s Gorges, no Parque Gurvan Saikhan. Há dunas e mais dunas para o sandboard. mas é bom lembrar que a infraestrutura é quase inexistente. Como opção de hospedagem, alguns poucos ger camps, acampamentos com tendas idênticas às dos nômades que habitam o deserto. A regra geral é contratar um guia-tradutor (nem seria seguro ir por conta própria), alugar um carro 4X4 e lotar o porta-malas com barraca, comida e água.


Atacama
Site:
sanpedroatacama.com

Austrália

Site:
enviroment.gov.au/parks/uluru

Mojave

Site:
nps.gov/moja ou dfg.ca.gov/regulations

Tunísia

Site:
cometotunisia.co.UK.

Marrocos

Site:
visitmorocco.com.

Gobi


Site:
mongoliatourism. gov.mn 



Adriana Moreira e Mônica Nóbrega (Jornal A Gazeta)