sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Chapada do Guimarães. Cachoeiras e cavernas são atrações

A Chapada dos Guimarães é uma das cidades turísticas de Mato Grosso. O visitante pode ir de avião até a capital do estado, Cuiabá. Depois são mais 60 km de carro pela rodovia Emanuel Pinheiro.
A cidade é pequena, mas oferece hospedagens confortáveis. Em hotéis a diária para o casal custa em média 300 reais. Ou em pousadas mais simples em 60 reais.


Os restaurantes oferecem refeições por preços que variam de 15 à 50 reais por pessoa. Pratos à base de peixe lideram os pedidos.

Para conhecer o lugar, os guias oferecem mais de dez roteiros diferentes. Um deles é o caminho das águas que fica dentro do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

Depois de dois quilômetros de caminhada já se ouve o barulho da água, mas antes de chegar às cachoeiras, o trajeto nos reserva algumas surpresas como a paisagem do Vale do Véu de Noiva.

"Aqui é legal que a gente consegue avistar uma parte dos paredões de chapada e uma diferença entre a mata que tem embaixo devido ao rio e o cerrado que é a parte mais alta, que predomina”, explica Ailton Assis, guia.

A cachoeira que mais brilha é a Véu de Noiva com cerca de 80 metros de queda d'água. Ela nasce do rio Coxipó, palavra que na língua dos índios bororos quer dizer "água que reluz".

Outra atração é a caverna Aroe Jarí, uma das maiores com a formação de arenito do Brasil. Com um salão enorme na entrada e dezenas de galerias, a caverna tem 1.400 metros de extensão.

Às duas horas da tarde, os raios de sol atingem a água que se acumula entre as rochas. Logo a piscina natural ganha uma coloração azulada.

A cidade de pedra é outra atração intrigante. No meio dos paredões, rochas esculpidas pela água e pelo vento. Estudos indicam que, no passado, essa região foi mar.

"Um dos maiores indícios são estes blocos de arenito. O arenito geralmente ele demonstra as antigas regiões oceânicas e aqui em chapada no parque nacional é comprovado através das conchas que também são encontradas nos sítios paleontológicos”, diz o guia.

Fonte: G1

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